Lendo: Atlântida: O Gene - A. G. Riddle (Parte 2)

novembro 26, 2016 / Francisco Soares Chagas Neto /

A segunda parte do livro, é recheada de cenas de ação, fugas, além de explicações que nos deixam as coisas bem mais claras, entre a relação de Atlântida e as crianças sequestradas




Como alguns de vocês já devem ter visto, estamos lendo "Atlântida: O Gene" publicado pela Globo Alt aqui no Brasil e escrito pelo autor A. G. Riddle. Eessa história primeiramente foi autopublicada na plataforma da Amazon e após de mais de 6 mil resenha, uma editora estrangeira resolveu espalhar publicada oficialmente, resultando na sua tradução em diversas linguas e inclusive chamou a atenção Studio de cinema Hollywoodiano que comprou os direitos para filmagens dessa história.

Para quem ainda não sabe, e por acaso caiu de paraquedas nesse post, a história retrata a atuação da média Dra. Kate, em relação a estudos a crianças autistas, a questão é que o resultado do seu trabalho faz parte de uma teoria da conspiração maior que envolve Atlântida, e a evolução de nossa espécie. Nesse meio, entra o agente David, que havia desvendado parte do plano e junto com a dra. Kate tentam recuperar duas crianças autistas que foram sequestradas. Esse projeto já teve dois posts, onde conversamos um pouco sobre as nossas primeiras impressões e a parte um, os quais vocês podem conferir nos links abaixo.

Introdução ao projeto e primeiras impressões
Parte 1: "Jacarta em Chamas"

A partir do próximo paragrafo, iremos retratar a parte dois "Tapeçaria Tibetana". Informamos a todos que algumas informações relatadas darão desfechos a alguns acontecimentos referente a parte um, porém não sendo significativos a história completa. Então se você não quiser de jeito nenhum estragar a sua experiência de leitura, recomendamos que não continue, porém, aqueles que querem saber mais detalhes da história e ter um gostinho a mais, e não se preocupem com (pequenos spoilers), podem continuar sem medo.



A segunda parte da história continua com a Dra. Kate e David perdidos em algum lugar do Mar Java, após eles conseguirem fugir do complexo da Immari. A vida deles por lá não tem sido muito fácil, até porque eles estão sendo considerados fugitivos internacionais e responsáveis por vários atentados que ocorreram em Jacarta.

Do outro lado da questão está Martin que está se deslocando a Antártida, para encontrar o navio nazista naufragado em 1938 que pode conter informações relevantes sobre Atlântida. Claro que o projeto de encontrar essas informações não são tão fáceis assim, e eles sabem que o tempo está se esgotando e que precisam acionar o Protocolo Toba.

Enquanto isso, testes continuam sendo realizados na sede da Immari Corp. na China, e os resultados não estão nada animadores, os doutores não conseguem desvendar o que Kate fez para que as crianças autistas tivessem uma reação que pode mudar o mundo. Nesse processo, Kate e David decidem resgatar as crianças nessa sede (Coragi). Em uma viagem meio que de Indiana Jones, eles se infiltram dentro das instalações e vão tentar salvar as crianças, porém David tem um plano de explodir o local. E consegue (calma, não é spoiler). Nisso a sede precisa ser evacuada e o protocolo Toba adiado. Ao fugir, Kate e David vão parar em um mosteiro no Tibete.

O MOSTEIRO E MAIS DETALHES SOBRE ATLÂNTIDA

Ao serem salvos pelos monges, Kate e David chegam nesse mosteiro, porém David está gravemente ferido e passa muito tempo dormindo. Enquanto isso, a Dra. Kate, fica sabendo através de um monge, mais detalhes sobre o "Gene Atlântida" e os planos da Immari. Além disso, ao cuidar de David ela passa a ler uns escritos datados de 1917, onde, alguém com o nome Kane, conta sobre um achado e escavações, o qual eles deduzem que sejam " Atlântida a Cidade Perdida" mencionada por Platão. Com isso, tudo fica mais claro para a Dra. Kate e para a gente, em relação ao plano da Immari. A questão é que os chefes da empresa sabem que David e Kate estão vivos e mandam drones procura-los, para finalmente da um fim a eles.



A parte dois do livro inicia de forma bem eletrizante, recheadas de cenas de ação, onde a gente não quer mais parar a leitura, até o momento que a gente começa a ler os escritos de Kane, junto com a Dra. Kate e a história fica um pouco mais parada. Eu achei o personagem que escreveu o diário um pouco chato, deixando-a bastante romântica. Não que isso não coubesse na história, mas a forma como foi desenvolvida, diminuiu o ritmo do livro em pelo menos 50 páginas, e confesso que como estava na onda dos "tiros, porradas e bombas" fiquei disperso algumas vezes nesse momento.

Claro, essa parte foi bastante importante para que a gente entendesse algumas questões sobre Atlântida e fizesse a ligação com os acontecimentos anteriores. Acho que o plot está sendo bem desenvolvido, e o autor vem deixado a história sem furos, além de achar que ele está sendo bastante inovador sobre a temática.

O final da parte dois, torna-se bastante eletrizante, nos preparando para os acontecimentos finais do livro. Tenho a impressão de que muita coisa boa ainda vem por aí, e claro a história não ficará totalmente fechada, tendo em vista que é uma trilogia, mas até então esse livro, tem sido uma grande surpresa para mim e espero que seja assim até o final.

Fiquem de olho, que o próximo post que será o encerramento do projeto.

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